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Competência que salva vidas

Em 11 de julho comemora-se o Dia do Socorrista, data que lembra a importância deste profissional e de todos que ajudam a salvar vidas.

Muita correria, agilidade e conhecimento técnico definem a rotina de profissionais treinados e habilitados para o atendimento pré-hospitalar (APH). Afinal, numa ocorrência de urgência ou emergência, um segundo pode ser decisivo para salvar vidas. E lá estão eles, os profissionais socorristas, a postos para uma corrida contra o relógio. Há 27 anos a Ecco Salva atua neste segmento, tendo se tornado referência em APH e, por isso, aproveita o momento pra chamar a atenção desta atividade tão relevante.

Realizado por meio de unidades móveis equipadas adequadamente e por profissionais muito bem treinados, a recepção de uma ocorrência fora de um hospital começa por um chamado à central de atendimento. Dali começa uma força-tarefa: enquanto o cliente passa as informações do caso, um médico avalia a situação, os riscos e a estrutura necessária para o serviço. Um rádio operador libera a unidade para o atendimento e uma equipe adequada ao chamado entra em ação, entre apoio, enfermeiros e médicos socorristas.

É o profissional da área médica, com todo o apoio da equipe socorrista, quem presta os primeiros socorros e resgate da vítima, que controla a situação até que o transporte do paciente ao hospital seja feito – um trabalho em equipe fundamental para o sucesso de um atendimento. Para a médica Letícia Dalla Vecchia Kury, gerente médica e reguladora na Ecco Salva em Porto Alegre, o socorrista tem uma missão muito nobre. “Somos preparados para todas as possíveis situações em que as pessoas necessitem de atendimento ou resgate. Trabalhamos sempre em equipe e isso é fundamental para o sucesso no nosso atendimento”, conta Letícia, que considera a profissão de socorrista muito gratificante, “pois todo socorrista tem um único objetivo: preservar a vida!”, diz.

A formação de socorrista atende a critérios muito especiais. Toda a equipe de campo é treinada, do motorista da ambulância (também chamado de socorrista), que aprende a realizar os primeiros procedimentos, até médico do atendimento, todos são capacitados para salvar vidas.

Amor à vida

Além de toda a competência técnica que a função exige, para um socorrista é fundamental ter:
– Vontade de ajudar num momento de tensão, onde a pessoa mais precisa de ajuda
– Ser capaz de trabalhar em equipe
– Se dispor a cumprir as orientações cabíveis
– Garantir a sua segurança e a das vítimas no local do atendimento
– Informar corretamente a situação da vítima e da cena do atendimento, via rádio, para o seu coordenador médico.

Letícia Dalla Vecchia Kury é formada em medicina pela Universidade Luterana do Brasil/RS, pós-graduada em Urgência e Emergência pelo Hospital Albert Einstein/SP, e tem especialização em Geriatria Clínica e Preventiva pela PUC/RS e ama o que faz.