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Mamãe e médica 24h

Conheça a história de Paola Moretti, que concilia a maternidade e o trabalho no atendimento médico domiciliar

A clínica geral Paola Moretti faz parte do time do “carrinho” da Ecco Salva há cinco anos. Neste período, ela se especializou em Psiquiatria, conheceu seu marido e, prestes a completar 40 anos, o relógio biológico começou a sinalizar que era o momento de refletir se ela queria se tornar mãe. Em 2019, a boa notícia chegou, eles iram ser os pais da Rafaela, hoje com cinco meses.

Paola teve uma gestação tranquila e só parou de trabalhar no nono mês. “Sinto muita falta da equipe, criamos um vínculo, passávamos seis horas juntos nos plantões, eles me deram todo o apoio”, lembra ela.

Destes anos de atividade na Ecco Salva, a médica destaca o conhecimento da realidade do paciente como o aspecto mais marcantes. “Entrarmos nas casas das pessoas e, com isso, entendemos a realidade do paciente e o seu entorno. Normalmente conseguimos um melhor diagnóstico, visto que os familiares ficam junto na consulta e ajudam relatando se o paciente faz ou não o uso das medicações corretamente, se fazem a dieta direitinho ou não… Isso é muito interessante”, conta empolgada, lembrando do carinho que na maioria das vezes as equipes são recebidas. “Existem pacientes que fazem bolo apenas para nos receber! Esse carinho faz tudo valer a pena”, sintetiza Paola.

A médica percebe que três questões foram primordiais para sua tranquilidade em conciliar a maternidade com o desenvolvimento profissional: o suporte emocional para todas as transformações e decisões que viriam, no que ela destaca o trabalho de seu psiquiatra; a rede de apoio, da família e, principalmente do Thomaz, companheiro e pai presente; e o fato de ser médica, que a deu segurança de saber identificar o bem-estar de sua filha e de poder pensar em uma carga horária de trabalho mais flexível.

Nascida e moradora de Porto Alegre, Paola se encantou com a medicina ainda na quinta série, na escola, quando aprendeu sobre o funcionamento do corpo humano. Criada perto da natureza, frequentando o sítio da família, ela espera para Rafaela o mesmo convívio saudável com animais e a possibilidade de comer a fruta do pé. Não ser “guria de apartamento”, como diz. Já vislumbra a pequena brincando na pracinha perto de casa com as outras crianças, fazendo natação e recebendo uma educação cheia de presença e afeto. Afinal, é possível ter qualidade de vida sendo uma mamãe que trabalha, basta ter equilíbrio!