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Protegidos para atender aos pacientes

Conheça como é feita a proteção das equipes de saúde contra o novo coronavírus para garantir continuidade no atendimento

Sempre presentes em momentos extremos na vida das pessoas, os profissionais de atendimento pré-hospitalar (APH) ganharam ainda mais relevância nas últimas semanas. Além da rotina diária de muitas vezes prestar assistência em momentos de risco à vida, como em um acidente de trânsito ou uma parada cardiorrespiratória, a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) trouxe uma importância a mais para estes profissionais. Não somente porque estão na linha de frente do atendimento, o novo cenário impõe uma atenção redobrada para prevenir a contaminação das pessoas, a começar por eles próprios.

Ambulâncias e profissionais de saúde circulando pelas cidades tornam-se potencias transmissores do vírus, já que essa atividade leva à troca de ambientes e contatos com diversas pessoas ao longo do dia. Então, como proteger as equipes, trazendo mais tranquilidade aos profissionais e mais eficiência no combate à proliferação do Covid-19?

Preparados para agir em situações complexas e delicadas, estes bravos guerreiros e guerreiras da saúde chamam a responsabilidade para si. Porém, o trabalho só continuará bem-sucedido se as equipes mantiverem o mínimo de desfalque e, assim, permanecerem com capacidade de atuar como resposta efetiva à pandemia.

No último mês, a Ecco Salva viu crescer em 30% o número de chamadas, o que a fez redobrar seus cuidados com proteção. Por atuarem no atendimento pré-hospitalar, as equipes médicas da empresa realizam o primeiro contato com diversos pacientes que podem estar contaminados. “O cenário atual pode gerar ansiedade e preocupação em todos, o que é natural. Contudo, nossos atendimentos seguem um protocolo que atende às normas da Organização Mundial da Saúde, Ministério da Saúde e Anvisa. Também realizamos treinamentos específicos com as equipes, garantindo ainda mais rigor à segurança de nossos pacientes e da própria equipe”, esclarece Giulianno Souza, chefe de Enfermagem da Ecco Salva.

Para isso, os cuidados com a biossegurança no atendimento de pacientes com suspeita de infecção por Covid-19 devem ser ainda maiores. Visando normatizar estes procedimentos, organizações de todos os níveis, Ministério da Saúde e secretariais estaduais e municipais, bem como órgãos de cuidam da saúde pública em todo o mundo, incluindo a OMS, vem desenvolvendo documentos com as orientações sobre como os profissionais devem proceder para protegerem os equipamentos e a si mesmos.

Chamadas de notas técnicas, estes documentos são normas para o dia a dia das equipes. Entre outras informações técnicas, trazem as últimas orientações sobre EPIs, limpeza das ambulâncias e equipamentos, além de informar como agir diante da suspeita de um caso e o que fazer quando confirmar ou descartar uma suspeita.

Souza explica que o cuidado é minucioso. “Em casos de baixa gravidade, após cada atendimento é realizada uma desinfecção na unidade com álcool 70% nas superfícies que tiveram contato direto com o paciente. Nos casos graves, que necessitam de procedimentos invasivos que geram aerossóis, a unidade retorna a base operacional para realizar a limpeza terminal, em que são usados cloreto de benzalcônio e polihexametileno de biguanida. Após esta limpeza, a unidade está disponível para o próximo atendimento, garantindo a segurança e o bem-estar de nossos clientes e colaboradores”, finaliza o enfermeiro, ressaltando que todos os atendimentos são realizados com os profissionais paramentados conforme protocolo estabelecido pela OMS, Ministério da Saúde e Anvisa.

Visando prestar o serviço mais adequado aos seus clientes, a Ecco Salva acompanha de perto todas as orientações dos órgãos oficiais e treina suas equipes para estarem atentas e de prontidão para sempre atender com qualidade e segurança.