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Psicoterapia: chave para o autoconhecimento

Expor suas preocupações, ouvir a si mesmo, é uma boa maneira de assumir responsabilidades sem culpar o outro

‘Ir ao psicólogo é para malucos’. Esta frase perde cada vez mais sentido nos dias atuais. O preconceito que há séculos perseguiu pessoas com distúrbios da mente foi sendo deixado para
trás. Hoje em dia é muito mais comum encontrar quem se declare estar em terapia.

Assim como você vai ao médico para fazer um check-up em seu corpo, também vai ao psicólogo para verificar o que está acontecendo em sua mente. Quando nos questionamos,
com o acompanhamento do outro, ficamos em uma posição diferente, permitindo evoluir e melhorar constantemente. Mesmo que não tenha um problema que pareça grande ou não
tenha consciência disso, quando vai ao profissional de saúde você pode se ouvir, porque fala e expõe o que está na sua cabeça.

O comum é que, ao longo da vida, você ouve as pessoas ao seu redor e raramente ouve a si mesmo. Você acha que conhece sua família, amigos e parceiro, quando o mais importante é se
conhecer bem. Este último ponto é o maior presente que um processo psicoterapêutico fornece. Outro benefício importante é começar a responder por suas ações e parar de culpar os outros.

Como iniciar seu processo psicoterapêutico?

Se você não conhece as diferenças entre as correntes da Psicologia (dentro das quais estão a cognitivo-comportamental , a psicanálise , o humanismo e o transpessoal), é melhor que você
investigue aquela que mais se identifica, pois cada profissional favorece um enfoque, de acordo com sua postura e o olhar que ele faz do ser humano. Quando encontrar a opção que
mais lhe agrada, agende uma consulta.

Importante: não comece a pensar quanto tempo vai demorar. A partir do primeiro diagnóstico, a psicóloga define com que frequência serão os encontros. O comum é que no começo seja
toda semana ou a cada quinze dias. Além disso, você pode descobrir situações pelas quais não passou inicialmente, mas que têm um forte impacto em sua vida e terá que trabalhar sobre elas.

Embora seja verdade que à medida que o trabalho avança as reuniões vão ficando mais espaçadas, recomenda-se que continue até que o profissional o indique, para não deixar o seu
processo inacabado.

Viver sua experiência terapêutica também lhe dá ferramentas para fortalecer outros vínculos, como com casais ou terapias familiares. O importante é ter seu processo psicoterapêutico como base para reconhecer o que é seu e o que corresponde aos outros.

Você pode começar a qualquer momento, quando sentir que deve trabalhar para você e para cada uma de suas preocupações. Não existe uma idade ideal para iniciar esse processo, os momentos da vida mudam muito: tem gente para quem a infância é complicada, para outros é a adolescência ou a idade adulta. Todos vivemos situações diferentes, o importante é encontrar uma solução da forma que cada um considera adequada.

Fonte: Sura – Colombia